ALL POSTS

OBJECIÓN AL SEDEVACANTISMO


El tradicionalismo, en general y el Sedevantismo en particular, quizás con más concreción y con afirmaciones más detalladas afirman que los últimos tiempos que en la actualidad estamos viviendo, los fieles de la Iglesia Católica en masa han apostatado de la Fe con la admisión de las doctrinas heréticas del Concilio. Si al comienzo de los años posconciliares parecía una afirmación exagerada y radical, ahora después de 50 años, la APOSTASÍA aparece en toda su crudeza, y no sólo en los fieles sino también en sacerdotes, religiosos y obispos, y lo que es peor en el mismo Jefe de la iglesia conciliar. Quizás esto se podría explicar con más contundencia comprobando que la iglesia actual ya no es la Iglesia católica, es una religión diferente y distinta en multitud de cosas. 

Me han mandado un mensaje haciendo una pregunta interesante sobre la situación actual afirmada por los sedevacantistas como una apostasía, y lo que en su tiempo afirmaron los jansenistas sobre la situación de la Iglesia Católica, idea que fue condenada en la Bula Auctorem Fidei . ¿Que diferencia hay entre lo sostenido por los Jansenistas y lo que afirman los actuales sedevantistas? Si no hubiera diferencia la condena de los jansenistas se podría extender a los sedevacantistas. Yo creo que con lo dicho arriba se puede contestar a la objeción puesta por nuestro comunicante. Dejo aquí su mensaje para que sean los lectores los que respondan.

Mensaje de Nelson Sarmento, desde Brasil : 

Objeção

Boa tarde!

 
Sou do Brasil. 
 
Os jansenistas (Pietro Tamburini, Ricci, etc) diziam que a totalidade moral dos bispos e fiéis tinha se apartado da verdadeira fé. Isso foi condenado pela Auctorem fidei como HERÉTICO: : «La proposición que afirma que “en estos últimos siglos se ha esparcido un general oscurecimiento sobre las verdades de más grave importancia, que miran a la religión y que son base de la fe y de la doctrina moral de Jesucristo”, es herética» (1794, const. Auctorem Fidei, contra el Sínodo de Pistoya DzSch 2601)..
 
Qual a diferença dessa visão jansenista da visão sedevacantista sobre a situação atual da Igreja?
 
Abraço!

Categorías:ALL POSTS

22 replies »

  1. Amigos, salve Maria.

    Antes de responder a questão, gostaria de perguntar ao Nelson qual análise ele faz da situação atual que vivemos, onde Francisco governa a “igreja”. Gostaria que ele dissesse se nega que atualmente existe um obscurecimento da fé católica. Se ele negar, perguntaremos: “em qual planeta você vive?”. Se ele conceder, perguntaremos: “seria você, Nelson, jansenista?”.

    Saludos!

    Sandro Pelegrineti de Pontes

    Le gusta a 1 persona

    • Salve Maria!

      Não há obscurecimento da fé católica. Há, possivelmente,obscurecimento de verdades reveladas, mas que ainda não são dogmas.

      Pe. Sisto Cartechini: “podem sofrer um obscurecimento também as verdades reveladas, mas somente aquelas que ainda não são dogmas, isto é, que não são propostas pela Igreja como dogmas de fé; e tal obscurecimento nunca pode ser universal em toda a Igreja, de modo que em toda a Igreja ensina-se uma doutrina contrária à revelação”. (Dall’Opinione al Domma, Valore delle note theologiche, ano 1953, p. 109-110)

      Me gusta

  2. Parece claro que la condena de Auctorem Fidei se refiere únicamente a quienes en aquella época sostenían que en los siglos inmediatamente anteriores se había producido un oscurecimiento de la Fe. De ningún modo podría dicha bula condenar a perpetuidad a quienes sostengan en tiempos futuros que se ha producido un oscurecimiento de la Fe, ya que es precisamente de FE divina que en algún momento de la Historia (en el llamado «Fin de los Tiempos») se va a producir ciertamente un gravísimo oscurecimiento de la Fe, que dará lugar a la llamada Gran Apostasía a la que se refiere San Pablo en Tesalonicenses 2.

    Le gusta a 1 persona

    • Caro Aquilifer, sua resolução é errônea. A condenação ocorreu porque não se admitiu o SUPOSTO do Sínodo de Pistóia, que dizia que era possível a maior parte dos católicos contrariar as doutrinas de fé. Isso é que foi condenado. Os jansenistas não foram desculpados quando argumentavam que isso se daria no fim dos tempos.

      Um ‘teólogo’ que se opunha a Auctorem fidei usou o argumento que no fim dos tempos haveria obscurecimento geral e citou aquelas passagens da Sagrada Escritura sobre o fim dos tempos. O Cardeal Cardeal Giacinto Sigismondo Gerdi em resposta, longe de conceder uma exceção no fim dos tempos para o obscurecimento, usou tanto Sto. Agostinho quanto Bossuet para refutar o seu oponente, dizendo:

      “Na promessa de Cristo inclui aqui Bossuet junto a Sagrada Ceia a confissão da fé pela profissão dos fiéis na Comunhão exterior, e interior com Jesus Cristo, e entre eles sob a condução do Ministério Eclesiástico sempre, e sem interrupção assistido por Cristo. Ora uma fé, que se confessa em comunhão com Jesus Cristo é fora de dúvida a verdadeira fé; e se esta fé há de ser professada em comunhão exterior dos fiéis entre si até o fim dos séculos, aqui é excluída abertamente a possibilidade de um obscurecimento geral, que não pode estar com a exterior confissão da fé professada na universalidade, ou como diz em outro lugar (Nota minha: Bossuet diz), na totalidade dos fiéis, unidos na comunhão sob a condução do ministério eclesiástico. Além disso, se esta perpétua exterior profissão da verdadeira fé não pode manter-se na Igreja senão por meio do ensinamento do Ministério Eclesiástico instituído por Cristo, deve para tal efeito durar perpetuamente, igualmente fica excluída a possibilidade de um abuso geral desse Ministério no ensinamento confiado por Cristo, afim que se conservasse perpetuamente a profissão exterior da fé na totalidade da Sua Igreja” (Esame de’motivi della opposizione fatta da Monsignor Vescovo di Noli alla pubblicazione della bolla Auctorem fidei, pp 86-87: https://goo.gl/fQi0eN)

      O Cardeal Gerdil fez parte da Comissão criada pelo Papa da época para ajudar escrever a Bula Auctorem fidei (condenando os erros do Sínodo de Pistóia).

      O Bispo Vicent Ferrer Gasser no Concílio Vaticano I em 11 de julho de 1870 em sua Relatio diz o seguinte respondendo aos galicanos:

      “Com efeito, uma vez que acreditamos que o Papa é infalível por meio da assistência divina, por esta mesma razão, também acreditamos que o CONSENTIMENTO DA IGREJA NÃO IRÁ FALTAR ÀS SUAS DEFINIÇÕES, uma vez que não é possível acontecer que o corpo episcopal esteja separado de sua cabeça, bem como não é possível que a Igreja universal seja capaz de falhar. Pois é impossível que obscuridade geral seja difundida no que diz respeito às verdades mais importantes que tocam a religião, como manteve o Sínodo de Pistóia.” (O’Connor 43-44; Mansi, col. 1213-1214)

      Cardeal Franzelin:

      “Segue-se então o terceiro estágio, quando por meio de um juízo solene do Magistério autêntico ou, de outro modo, por um firme CONSENSO estabelece-se como certo que um dogma é revelado e a questão saneada passa em ENTENDIMENTO CATÓLICO EXPLÍCITO E EM PREGAÇÃO ECLESIÁSTICA PÚBLICA. Havendo consenso manifesto e pregação explícita e eloquente, JÁ NÃO PODE HAVER DENTRO DA IGREJA lugar para dissensão ou OBSCURECIMENTO DESTE DOGMA. Com efeito, a Bula Auctorem Fidei em seu primeiro cânon condenou como herética a proposição do Sínodo de Pistóia que afirmava: “Nos últimos séculos, disseminou-se um obscurecimento generalizado das verdades mais importantes concernentes à religião, que são a base da fé e dos ensinamentos morais de Jesus Cristo”. (Tractatus de divina traditione et scriptura, Roma, 1870, pp. 245-246).

      No fim dos tempos não haverá obscurecimento das verdades de fé divina entre os CATÓLICOS, mas, TALVEZ verdadeira APOSTASIA da maior parte. São coisas distintas. Ainda que os sedevacantistas possam dizer que a maioria dos católicos da igreja conciliar APOSTATOU são obrigados a reconhecer que sobrou uma grande parcela que NÃO TEM PERTINÁCIA e, portanto, que ainda são CATÓLICOS. Essa parcela (sem pertinácia) constitui a grande maioria dos católicos e aceita as doutrinas do Concílio Vaticano II.

      Me gusta

      • La Bula en español para los interesados en conocer lo que está escrito en ella: https://books.google.es/books?id=5wOjJINE5nAC&printsec=frontcover&hl=es#v=onepage&q=gerdi&f=false

        Nelson, primero citas la “maior parte dos católicos” (1er. párrafo) y despues citas “obscurecimento geral” (2do. párrafo), confundiendo como si fueran las mismas cosas. ¡NO LO SON! Despues citas a Bossuet acerca de la “confissão da fé professada na universalidade, … na totalidade dos fiéis”, “na totalidade de Sua Igreja”, ¿NO VES QUE ESTO VÁ EN CONTRA DE LAS SS. ES.?, portanto ¡NO PUEDE SER DOCTRINA CATÓLICA!

        Citas antes que “uma fé, que se confessa em comunhão com Jesus Cristo é fora de dúvida a verdadeira fé” y despues pasas a una posible conclusión de que “esta perpétua exterior profissão da verdadeira fé não pode manter-se na Igreja senão por meio do ensinamento do Ministério Eclesiástico instituído por Cristo”. ¿Los japoneses se quedaron sin Sacerdotes ni Obispos por cerca de 200 años, pero ¡MANTENIENDO LA FE de generación en generación! El Apocalipsis solo se refiere a la Iglesia para designar las etapas históricas de la Iglesia Católica, sin referirse a Iglesia o ministros despues, sino a los pequeños rebaños de fieles esparcidos por el mundo y que serán probados en la persecución. ¿En qué quedamos?

        Si el Cardenal Gerdil refutó a su oponente por citar “oscurecimiento general” está en lo cierto por los pequeños rebaños de las Ss. Es. Aunque el Cardenal no tiene el poder del Papa. Afirmas que el Cardenal Gerdil hizo parte de la comisión para ayudar a escribir la Bula, Auctorem fidei, sin embargo en la p. 77 de la Bula se puede ver cuales fueron los Cardenales participantes y no consta el nombre del Cardenal Gerdil. No he encontrado nada a respeto, ¿ de dónde sacas esta información?

        Puede que en la secta conciliar como es mundana/política, el Consenso sustituya al Magisterio como se ve desde hace más de 5 décadas, pero no en la Iglesia Católica. Los pertinaces en las herejías del CV 2 por supuesto que son mayoría y se obstinan en aceptar las HEREJÍAS del CV 2, porque NO CONOCEN la Doctrina Católica. El CV 2 fue un Conciliábulo de HEREJÍAS CONDENADAS por los Papas Católicos y Concilios Dogmáticos como Trento.

        Al igual que el Obispo CATÓLICO Ferrer Gasser en el Concilio DOGMÁTICO Vaticano I y su Constitución Apostólica Dogmática ‘Pastor Aeternus’, NOSOTROS TAMBIÉN CREEMOS QUE EL VERDADERO PAPA CATÓLICO ES INFALIBLE PARA GOBERNAR, SANTIFICAR Y ENSEÑAR EN MATERIA DE FE Y MORAL, o sea, CONFIRMAR EN LA FE por la Virtud de Cristo (Tríplice Corona: poder de gobernar, santificar y enseñar).

        Saludos en los Sagrados Corazones desde Brasil. ¡VEN, Señor Jesús!

        Me gusta

  3. Nelson, el Santo Padre Pío VI CONDENÓ como herética la tesis del Concílio de Pistoya que declaraba que en AQUELLOS “ultimos siglos hubo un obscurecimento de las verdades en la Iglesia.”. Aquella condena al jansenismo se puede aplicar actualmente perfectamente a los jansenistas modernos, que tomaron de asalto a la estructura de la Iglesia Católica y la Cátedra de San Pedro. Desde Roncalli a Bergoglio son todos modernistas, portanto TODOS YA CONDENADOS POR EL SANTO PADRE San Pío X como cloacas de toda herejía.

    Te presentas como un “apologista católico” que confunde la secta conciliar con la Iglesia de Cristo, que es UNA, SANCTA, CATÓLICA Y APOSTÓLICA. ¿Dónde están estas NOTAS en la secta conciliar?, que dirigen los modernistas contra la Fe, la Doctrina y la Moral Católicas.

    Desconoces y desobedeces la Constitución Apostólica DOGMÁTICA ‘Pastor Aeternus’.

    Difundes el libro “Del Papa Herético” de Carlos Nougué, ya muy bien analisado y refutado por Márcio del blog ‘In tribulatione patientes’:
    https://intribulationepatientes.wordpress.com/2017/02/23/a-cega-e-injusta-propaganda-anti-sedevacantista-parte-1-de-2/
    https://intribulationepatientes.wordpress.com/2017/02/25/a-cega-e-injusta-propaganda-anti-sedevacantista-parte-2-de-2/

    Difundes la conferencia del modernista Pablo Rossi, llena de SOFISMAS, sobre la herética “libertad religiosa” de la ‘Dignitatis Humanae’ de Montini, YA CONDENADA POR LOS PAPAS CATÓLICOS.
    http://www.apologistascatolicos.com.br/index.php/teline-v-videos/51-videos/430-liberdade-religiosa

    Como ya lo dijo D. António, la Bula Auctorem Fidei deja en evidencia las tácticas de Bergoglio y, yo diria, también a sus predecesores modernistas desde Roncalli y los condena a todos, TODOS anticipadamente YA CONDENADOS también POR EL SANTO PADRE, San Pío X.
    https://moimunanblog.com/2016/05/21/la-bula-auctorem-fidei-deja-en-evidencia-las-tacticas-de-bergoglio/

    Vale la pena leer la Bula ‘Auctorem Fidei’ de un auténtico Papa Católico, el Santo Padre Pío VI, y ver como actúa y habla un Vicario de Cristo:
    https://books.google.es/books?id=5wOjJINE5nAC&printsec=frontcover&hl=es#v=onepage&q&f=false

    NO QUIERES VER que la Cátedra de Santidad (de la Verdad y la Virtud) de San Pedro jamás se podrá volver cátedra de pestilencia (de la peste de error y del vicio) del Falso Profeta del Anticristo. Y todo el que se pone en comunin con herejes se hace un hereje. Tu tienes a Bergoglio por Papa y te atreves a comparar sus heresias con la corrección que San Pablo le hizo a San Pedro, no en materia de Fe sino de prudencia. Otros van igualmente lejos sin ruborizar al calumniar el Papa Liberio, de santa memoria.

    En los Sagrados Corazones, saludos desde BRASIL. ¡VEN, Señor Jesús!

    Me gusta

  4. Nelson, viva Cristo Rei.

    Por que não dizer o nome do teólogo que expôs a tese de que haveria obscurecimento da fé no fim dos tempos? Por que não expôs as palavras dele? Por que colocar o nome dele entre aspas? Ele foi condenado pela Igreja como herege? Foi pelo menos censurado? Por que necessariamente ele tem que estar errado? Se ele expôs algo e foi apenas contraditado por alguém que é tão teólogo quanto ele, sem nenhuma autoridade a mais e nem a menos, é porque passou muito longe da heresia ao defender o que defendeu para este fim dos tempos, onde certamente existe uma “exceção”.

    Mas eu não estou dizendo que o que este teólogo disse está certo ou errado. O que estou dizendo é que, seja qual for a situação que nós vivemos atualmente, ela *não pode ser algo impossível de acontecer* e nem muito menos condenado pela Igreja. Seja qual for a situação que vivemos tal situação não afeta em nada as promessas de Cristo a respeito da Igreja Católica. Ainda que nós *não saibamos explicar exatamente qual é esta situação*, que não é a toa que é chamada de “Mistério da Iniquidade”. Um mistério só pode ser conhecido após Deus revelá-lo, antes, não.

    Como você sabe Billot, ao falar da nota de Catolicidade da Igreja, cita a opinião de Belarmino que afirma que “se somente uma diocese (província) retivesse a verdadeira fé, ainda assim se seguiria chamando verdadeira e propriamente Igreja Católica”. E como você sabe também a esta conclusão Billot afirma: “Creio que devemos nos abster disto, já que se esta opinião tem algum fundamento, não é outro além do que se lê sobre o *fim do mundo e a perseguição do Anticristo* “.

    Portanto, com a apostasia geral é possível que os bispos, em sua maioria, e também os fiéis, apartem-se da verdadeira fé. Se o entendi bem, você admite isso, tanto que diz que “no fim dos tempos não haverá obscurecimento das verdades de fé divina entre os católicos, mas, talvez, verdadeira apostasia da maior parte”.

    Não temos como negar a primeira afirmação feita por você, que disse que no fim dos tempos não haveria obscurecimento das verdades de fé divina entre os católicos. Ok, até aqui estamos de acordo então. O problema está na segunda parte da sua afirmativa. Vamos então analisá-la diante da realidade atual, aplicando-a aos católicos sedevacantistas e aos católicos comuns que estão nas paróquias do mundo inteiro e que aceitam o Vaticano II.

    Entre os sedevacantistas realmente não ocorre, não existe, como norma geral, nenhum tipo de obscurecimento das verdades de fé divina, pois moralmente falando todos conhecem muito bem seus catecismos. Converse com um sedevacantista qualquer no mundo inteiro e converse com os filhos deste sedevacantista e veja o que você irá ouvir. Ali está a fé católica integra, ilibada, da maneira como foi transmitida por Cristo a Igreja. Podem ter erros individuais? Pode, claro. Mas se o sedevacantista quisesse dirimir alguma dúvida hoje, a quem ele recorreria? A Francisco? Em Francisco se conservam as promessas de jamais haver desvio da fé divina?

    Ora, tal não pode ser dito, de jeito nenhum, sem negar OBJETIVAMENTE a realidade, a respeito daqueles católicos comuns que aceitam o Vaticano II e que estão vivendo o dia a dia das paróquias no mundo inteiro. Dizer que não existe obscurecimento das verdades de fé divina entre estes (mesmo entre estes que não tem pertinácia), não está de acordo com a realidade. O obscurecimento é geral. Quem é que aceita o dogma “fora da Igreja não há salvação” nas paróquias ao redor do planeta? Quem é que aceita a missa como sacrifício propiciatório que aplaca a ira divina dentre estes paroquianos? Quem é a favor da pena de morte? Quem é contra comunhão para recasados? Quem acredita no inferno? Quem acredita que a Igreja Católica possui toda a verdade? Quem acredita que o batismo é um exorcismo? Aliás, quem acredita que o batismo é um sacramento? Hoje disseminou-se a idéia que o batismo é uma mera convenção religiosa…

    E agora, com este Francisco, quem é que aceita verdadeiramente o pontificado dele? Hoje o recasado pode comungar ou não pode? Não existe aqui um obscurecimento da fé divina entre os paroquianos do mundo inteiro, pelo menos neste ponto? Sim, existe, claro que existe. Se você não quiser responder todo o restante desta minha mensagem, e só alguma parte, peço que seja esta: no que se refere a questão da comunhão sacramental, existe ou não um obscurecimento geral a respeito da fé entre os paroquianos do mundo inteiro que aceitam o Vaticano II e que não tem pertinácia? Conversei esta semana com uma senhora que achou lindo a abertura de Francisco, porque ela mesma, sendo recasada, está comungando agora nas missas, e todos estão felizes com esta situação, inclusive os paroquianos…

    É evidente que existe obscurecimento da fé divina entre estes fiéis. Portanto, a resposta a sua pergunta é: ainda que, neste momento, não exista ainda uma explicação perfeita a respeito daquilo que vivemos, nós sabemos que esta resposta chegará um dia e que a solução *não é falsear a realidade*.

    Sempre cordialmente,

    Sandro Pelegrineti de Pontes

    Me gusta

  5. Obs.: aliás, Bossuet não é alguém citável, porque ele era galicano. Conferir “Le Gallicanismo de Bossuet” – A. G. Martimort, Paris, 1953

    Me gusta

  6. Hermano, quisiera saber si ud sabe que ha sucedido con la correccion fraterna y luego publica que iban a hacer si no entendi mal el cardenal Burke y otros cardenales al “Papa Francisco”

    Me gusta

  7. Cuando Jesucristo hizo la pregunta : “¿Acaso cuando vuelva el Hijo del Hombre, hallará Fe sobre la tierra”?, no debe entenderse que no habrá Fe en absoluto, porque sería lo mismo que preguntar si hallaría Fe en la Iglesia, que es Columna y Fundamento de la Fe “integra e inviolada”, y además respondiendo afirmativamente se haría una injuria a Jesucristo, verdadero Dios, como si fuera ignorante del acontecer de los tiempos, sobre todo de los últimos, cuando previene a los Apóstoles que en los últimos tiempos habrá falsos profetas, reinará la apostasía y aún los mismos elegidos podrían sucumbir.
    El “obscurecimiento general de la Fe” no toca ni de cerca a la Esposa Inmaculada del Cordero!!! Los “elegidos” del Padre Celestial NO SUCUMBIRÁN, lo cual es decir lo mismo que la IGLESIA no sucumbirá, porque en el supuesto que así fuera, habría que concluir que Jesucristo no es Dios, y su pregunta equivaldría a una duda, imposible en Dios que es Omnisciente.
    El “obscurecimiento general de la Fe” es la Apostasía institucionalizada como religión idolátrica por la Ramera, la otra MUJER de la que habla San Juan, la que “fornica con los reyes de la tierra y va a su perdición”. De ninguna manera es la Mujer CORONADA y PARTURIENTA, que es la Esposa, que aunque “débil” (Filadelfia) tiene los atributos de Jesucristo “fiel y veraz”, ante un mundo-mundano, mentiroso y apóstata, seguidor del “padre de la mentira” y “príncipe de este mundo”, que es el Dragón, a cuyo servicio están el Falso Profeta de la religión de la Ramera, y el Anticristo, adversario de Cristo y poseso diabólico con todos los poderes de Satanás, el ángel caído que tiene por fin último hacer que toda la tierra adore al Dragón, atribuyéndose a sí mismo el título de “Señor del Mundo”, que solo – por Nacimiento, Honor y Justicia- le corresponde a Jesucristo, el SEÑOR de señores y Rey de reyes, al único que se le ha dado “todo poder”. A El sea la gloria!!!!

    Me gusta

  8. Maria Dolores, sobre Giacinto Sigismondo Gerdil e a Auctorem fidei.

    “No ano 1790-94 foi membro da comissão de cardeais alargada (Zelada, Albani, Garampi e outros) e em seguida da estreita (com Albani e Antonelli) que predispôs o texto definitivo da bula Auctorem fidei (28 de agosto de 1794) na condenação das proposições do sínodo de Pistória” (Dizionario Biografico degli Italiani – Volume 53 (2000)

    “Negli anni 1790-94 fu membro della commissione cardinalizia allargata (Zelada, Albani, Garampi e altri) e poi di quella ristretta (con Albani e Antonelli) che predispose il testo definitivo della bolla Auctorem fidei (28 ag. 1794) in condanna di proposizioni del sinodo di Pistoia”.

    http://www.treccani.it/enciclopedia/giacinto-sigismondo-gerdil_(Dizionario-Biografico)

    Me gusta

  9. Maria Dolores,

    Não há nenhuma contradição entre o que diz o Cardeal Gerdil e as Escrituras. Primeiro, já expliquei, uma coisa é a defecção da maior parte dos católicos no fim dos tempos (tema disputado entre os teólogos), outra são os próprios CATÓLICOS em sua maior parte crendo em heresias (sem pertinácia). Ademais, os jansenistas não afirmavam que necessariamente a maioria dos católicos (bispos e fiéis) tinha APOSTATADO em sentido estrito (apartando-se da Igreja Católica). Eles acreditavam que a maior parte dos CATÓLICOS (SEM pertinácia) acreditava em doutrinas contrárias à revelação:

    “Estes pontos de doutrina não são por vezes reconhecidos por revelados se não por um certo número de fiéis seguidores da tradição, em comparação tidos como falsos ou duvidosos para um maior número de CATÓLICOS. É evidente que o número daqueles que seguem a verdade e a doutrina da Igreja pode em certas matérias e em certos tempos ser o menor. Onde é que Deus prometeu que a verdade seria sempre ensinada pelo maior número? Antes muitas vezes tem predito escuridades e agitações com que deve gemer a Igreja. Era por ventura o maior número que nos tempos mais próximos de nós seguia a doutrina da Escritura e da Tradição sobre os justos juízos da hierarquia? Era o maior número que seguia as santas regras da Moral evangélica contra as máximas licenciosas dos Probabilistas? Era o maior número que propugnava pelos sagrados direitos da Graça de Jesus Cristo? Era o maior número que se opunha às relaxações dos atricionistas?” (Pietro Tamburini, Análise do livro das Prescrições de Tertuliano… Análise do livro das Prescrições de Tertuliano…p.50)

    “A doutrina revelada será sempre ensinada no seio da Igreja, e a tradição será sempre uma regra infalível, no caso em que a obscuridade espalhe-se e se estenda sobre algumas verdades até cegar o entendimento do maior número dos PASTORES. Neste mesmo caso a Igreja permanece sempre visível, católica, infalível, e depositária fiel de toda a revelação, sem deixar de ensinar até aquela mesma verdade sobre a qual cai, digamos assim, o obscurecimento” (Pietro Tamburini, Resultado de las conferencias eclesiásticas, celebradas el año de 1789, en la ciudad y diócesis de Pistoya y de Prato, pág. 225: citado em Rochefort- Gusta, Bosquejo del jansenismo problema : los jansenistas son jacobinos. Geografía del Jansenismo ano 1847, p. 62).

    Ainda que se dissesse que após o Concílio muitos católicos apostataram (apartando-se da Igreja Católica), restou uma parcela que erra sem pertinácia. Essa parcela restante constitui a grande maioria de católicos na Igreja. Dizer que a maior parte dos católicos hoje em é constituída de sedevacantistas e tradicionalistas é totalmente absurdo e ofensivo.

    Me gusta

  10. O Nelson está certo, aliás, o Cardeal Franzelin na tese XIII também explica que o corpo dos bispos e dos fiéis não se afastaria da verdadeira fé até mesmo num período de vacância da Sé Apostólica:

    “Certamente, permanece na Igreja não somente a indefectibilidade em crer (chamada de infalibilidade passiva), como também a infalibilidade em pregar a verdade que já foi revelada e suficientemente proposta à crença católica, mesmo enquanto ela [a Igreja] está temporariamente enlutada pelo seu cabeça visível, de modo que nem todo corpo da Igreja na sua crença nem todo Episcopado no seu ensinamento podem apartar-se da fé transmitida e cair em heresia, porque essa permanência do Espírito da verdade na Igreja, reino e esposa e corpo de Cristo, está incluída na própria promessa e instituição da indefectibilidade da Igreja para todos os dias até à consumação do mundo”. (Theses de Ecclesia Christi (opus posthumum), Roma: Typographia Polyglotta, 1887, p. 221-224)

    Me gusta

  11. Aquí se impone hacer una distinción importante.
    El texto reseñado de Auctorem Fidei ¿a quién se aplica? Respuesta : A LA IGLESIA CATÓLICA, que no puede caer en el error ni en la oscuridad de la Fe por la indefectibilidad e infalibilidad con que la dotó su Divino Fundador.
    Pero ¿Es la secta conciliar conciliar actual la verdadera Iglesia Católica? De ninguna manera. Pues sus miembros han caído, como a diario comprobamos, en la herejía y en la apostasía. Esto ha sucedido desde la aprobación bajo juramento, de todos los obispos, del falso Concilio Vaticano II y en la actualidad puede comprobarse a diario, en muchísimos obispos, sacerdotes y fieles. La Secta Conciliar no es la Iglesia Católica, su clero y fieles tampoco. Ellos tienen la Fe oscurecida y destruída. Por eso lo que se dice en la bula contra los jansenistas no va con ellos.
    La Iglesia de Jesucristo es el grupo de obispos, sacerdotes y fieles que conservan la Fe verdadera. Ellos la conservan sin oscurecimiento alguno y sobre ellos recae la promesa de Nuestro Señor de la la indefectibilidad. Esta promesa no se refería a la parte humana de la Iglesia.

    La posición que defienden algunos que han comentado es la típica de los fieles conciliares que están ciegos para ver lo evidente: La apostasía actual de la secta conciliar. La Bula Auctorem Fidei negando el oscurecimiento de la Fe en la Iglesia, no va con ellos. Se refiere a la Iglesia remanente de nuestros días, como en el pasado se refería a la pequeña Iglesia Católica expulsada de los templos por la apóstata iglesia arriana.

    Me gusta

  12. Nelson, despues del conciliábulo CV 2, hubo una APOSTASÍA GENERAL, tanto representada por la parte de los que se marcharon a otras sectas o lugar ningún, como por la parte de los que se quedaron dentro de la SECTA CONCILIAR, que NO ES LA IGLESIA CATÓLICA.

    Y hablo de hechos, de todo lo que he visto y sufrido hace 11 años en el estado de Bahía y en el “santuario” de Aparecida en Sao Paulo, hasta que Dios me descubrió la Santa Misa que anhelaba. Pero sigo viendo los hechos empeorados en las noticias, sea cuando la Secta Conciliar en Bahía celebra una “fiesta religiosa” hasta con “trío eléctrico” (camión con sistema de sonido de alta potencia y banda de música), sea cuando pseudocuras sodomitas se quitan la vida por celos o son asesinados por sus amantes. Y seguro que algo muy similar pasa en otros estados de Brasil…

    La CASI TOTALIDAD de los bautizados católicos RELIGIOSOS y LAICOS de la Secta Conciliar AMA la FALSA ALEGRÍA de las celebraciones alucinantes Novus Ordo protestantizadas y las celebraciones al estilo “Teología de la Liberación”, el ruido estridente de las bandas de músicas con canciones para nada piadosas y todavía peor si el culto está destinado a los niños, la mal llamada “Misa de los Niños”, que suele ser ofrecida el sábado por la tarde… Y de esta CASI TOTALIDAD, la GRAN PARTE ODIA A MUERTE la Tradición, ODIA los Dogmas, ODIA el silencio y el recogimiento de la Santa Misa.

    Nelson, la SECTA CONCILIAR ¡NO TIENE las NOTAS de la SANTA IGLESIA CATÓLICA!:
    NO ES UNA, cada uno va por su cuenta y fantasías.
    NO ES SANCTA sino PROFANA.
    NO ES CATÓLICA, porque lo que tiene de esta Nota no es suya sino de lo que tomó de asalto a la Iglesia Católica con el CV 2 (el 1789 en la Iglesia, palabras del judío Ratzinger Tauber).
    NO ES APOSTÓLICA, porque ROMPIÓ CON LA TRADICIÓN, oficialmente desde hace 5 décadas, pero los enemigos ya preparaban el campo minado desde dos años 50.

    Nelson, tu lo has dicho “a maior parte dos católicos hoje em dia é constituída de sedevacantistas e tradicionalistas” y yo agrego Católicos de la Iglesia de Cristo sin la intención de ofender a nadie sino de no faltar con la verdad/caridad. El resto se fue y se empecina (“COM PERTINÁCIA” sea en las varias ramificaciones “carismáticas” o en el pseudoconservadorismo) en los errores y las herejías ya notorias de la Secta Conciliar, con sus falsos profetas pseudocuras modernistas e invalidamente ordenados que tendrán su cabeza en el Falso Profeta y su Anticristo. Y Dios en su Bondad les dará tiempo para arrepentirse y hacer penitencia.

    Vigilemos para rezarmos bien y rezemos especialmente el Santo Rosario (3 Tercios, no el “4to. Illuminati” de Woytila) para no caermos en tentación, estudiemos la Sana Doctrina y guardemos la Fe, hagamos todo el bien posible, penitencias y sacrificios, suplicando a N. Sra. que adelante el Día del Señor (II S. Pedro 3, 11-12). La Iglesia del Apocalipsis CLAMA en su oración: ¡VEN, Señor Jesús! (Apoc. 22, 20) Que Dios nos encontre confesados.

    Nelson, no te queremos mal por decirte las cosas que decimos. Te aseguro que la gran parte de los que escribimos aquí en contra de los engaños, vemos con mucho dolor en el alma todo el descalabro que asola el mundo en el lodo bajo auspicios de una religiosidad falseada y anticristiana hacía el Abismo. Saludos en los Sagrados Corazones, desde Brasil me he acordado de tí en la Santa Misa de hoy. ¡Salve María!

    Me gusta

    • Eu não disse simplesmente que “a maior parte dos católicos hoje em dia é constituída de sedevacantistas e tradicionalistas”. EU NÃO ACREDITO nisso. Pelo contrário, eu disse que a afirmação de que a maior parte dos católicos hoje em dia é constituída de sedevacantistas e tradicionalistas é ABSURDA E OFENSIVA. É absurdo dizer que Ottaviani, Fenton, Siri, Antonio Royo, Julio Meinvielle, Salaverri, Charles Journet, Fulton J. Sheen, não eram católicos quando aceitaram o CVII. Dizer que os sedevacantistas e tradicionalistas formam a maior parte de católicos na Igreja Católica vai contra o bom senso.

      Ademais, os tradicionalistas têm graves erros sobre o Magistério ordinário universal e sobre a infalibilidade da Igreja ao promulgar seus ritos e disciplinas gerais. Erros que são combatidos com razão pelos sedevacantistas. Se a maior parte dos católicos hoje em dia é constituída de sedevacantistas e tradicionalistas (e estes em maior número) então continua o obscurecimento.

      Salve Maria!

      Me gusta

  13. Por supuesto es absurdo ver al Cardenal Ottaviani, sin actuar como un Príncipe de la Iglesia, sino tal cual un acólito al estilo del conciliábulo del heresiarca Montini llevando la Tiara Papal depuesta. Ellos ya han prestado cuentas a Dios y recibido sus pagas.

    Lea los 4 sermones sobre el Anticristo de Mons. Fulton J. Sheen y vea si lo alcanzas a aplicarlo ahora.

    Ellos NO lo vieron, al igual que el R. P. Leonardo Castellani, pero esto no quita los méritos de sus muy buenas obras. Puede que los prelados citados por tí tengan menos culpa que aquellos empecinados ACTUALES prelados validamente ordenados/sagrados y laicos, DIOS SABRÁ, que despues de 50 años de tantos pruebas públicas y escritos Católicos fiables, denunciando toda esta destrucción planifica, ¡NO QUIEREN VER! Pero la destrucción es solo de las estructuras aparientes que quedaron del Catolicismo (hasta en esto la Religión de Dios mantiene sus estructuras por siglos), no de la Fe, mantenida por el pequeño rebaño esparcido por el mundo.

    Es por la ignorancia de lo que es Católico que todo se pudre desde hace 50 años. Lea EL DOGMA de la Constitución “Pastor Aeternus” y verá que no se la puede aplicar a los ultimos herejes. San Pío X nos avisó que los modernistas son la suma de todos los herejes, así que un hereje público no puede ser Católico a la vez, porque dejó de ser parte del cuerpo.

    Cuando 2 puntos son opuestos, no hay Dialética (discusión saludable para profundizar en un tema de Fe) posible. Es Cuaresma y te dejo aquí. Que Dios nos haga ver la Verdad para la salvación eterna de nuestras almas. VEN, Señor Jesús!

    Me gusta

  14. Ottaviani y Fenton no aceptaron los errores del Vaticano II. Ottaviani combatió duramente la herética doctrina de la libertad religiosa, y no dio su aprobación a ese texto. Si después dio el placet al conjunto de todos los textos del Vaticano II, lo hizo muy probablemente por obediencia a quien consideraba entonces verdadero papa (Montini). Ésa es la explicación que dio Mons. Lefebvre, que junto con Castro Mayer y otros, también se opusieron a los errores del Vaticano II. Mons. Lefebvre decía que ellos dieron el placet final, porque tenían la esperanza de que esos errores fueran corregidos por dicho “papa” en el futuro.

    Mons. Fenton tampoco aceptó las herejías del Vaticano II: en sus memorias, dadas a luz póstumamente, él afirma claramente que el Vaticano II podía errar.

    La doctrina católica dice que es imposible que todos los obispos, unidos al papa, yerren enseñando materias de fe y moral. Esto es el llamado magisterio ordinario y universal, que es infalible. Pero la totalidad de los obispos sin el papa no son infalibles, y por tanto pueden equivocarse. Esto es lo que enseñan los manuales de teología ortodoxos. Y eso es lo que pasó en el Vaticano II: no había un verdadero papa, y por eso se “aprobaron” aquellos errores.

    En cuanto a la infalibilidad pasiva de la Iglesia (infalibilidad en el creer), hay que decir que ésta se ha conservado plenamente desde la irrupción del Vaticano II hasta hoy, pues durante este tiempo han existido siempre obispos, sacerdotes y laicos (sedevacantistas, tradicionalistas) que han mantenido íntegramente la fe católica.

    En uno de los comentarios de Maria Dolores Ribeiro Orge, me ha parecido leer que ella afirma que el Sr. Nelson Sarmento defiende la herética libertad religiosa, condenada infaliblemente por la Iglesia. Si esto es cierto, creo que no hay que atribuirle mucha credibilidad a este señor en relación con estos temas.

    Sobre la aceptación universal del Vaticano II y de sus antipapas por parte de la Iglesia, hay un vídeo en inglés del Padre Cekada con muy buenas explicaciones. Lo pongo aquí:

    Me gusta

  15. Amigos, salve Maria.

    Notei que alguns comentários dirigiram ao Nelson foram desrespeitosos. Ele colocou aqui uma QUESTÃO INTELIGENTE e pediu para que a solucionássemos. É uma atitude honesta e correta, ele não atacou ninguém. Por que, então, atacá-lo?

    A verdade é que não se pode solucionar a crise negando objetivamente fatos alcançados pela razão. A fé católica não nos pede para negarmos aquilo que é evidente. Aliás, o que é evidente nem precisa ser provado. Porém, no que se refere ao momento atual da Igreja, no que se refere a igreja conciliar, o Nelson realmente parece negar as evidências, e assim não se pode prosseguir o debate. O ERRO DO NELSON está em negar a realidade atual da Igreja, a realidade dos católicos.

    Um exemplo bastante claro desta negativa da realidade: recentemente Francisco disse em um vídeo que, em todo o planeta, as pessoas das mais variadas religiões “encontram Deus de DIVERSAS MANEIRAS” e que, neste leque de religiões, só há uma certeza: “todos somos filhos de Deus” (01).

    Certamente, o Nelson discorda desta afirmativa herética, bem como as (poucas) pessoas que pertencem a igreja conciliar que pensam como ele. Porém, perto das mais de um bilhão de pessoas que se dizem católicas, quem mais discorda de Francisco, além do Nelson e dos amigos dele? Moralmente falando, ninguém! Tanto que esta afirmação que deveria ter causado brados de indignação por todo o mundo católico atravessou a mente e os corações dos fiéis de maneira tranquila, eles realmente acataram a afirmativa. Quem reclamou? Acho que nem o Nelson.

    Ou seja, é pelo menos certo que, ainda que concedamos que a igreja conciliar seja a verdadeira ainda assim o número de católicos que entende corretamente a doutrina verdadeira no pós Vaticano II caberia nos dedos de uma das mãos. Nestas pouquíssimas pessoas estaria o fiel cumprimento das promessas divinas? E levemos em conta que estas pouquíssimas pessoas, onde estaria a Igreja, não se aponta os erros e as heresias dos próprios papas defendidos por eles. Não se aponta como heresia o encontro de Assis, nem muitos dos ensinamentos de Ratzinger, não se afirma que Bergoglio é um anti papa. Defende-se a doutrina que o papa deve ser obedecido e não se obedece em muitas coisas estes papas. Aí está a verdadeira Igreja?

    Estando certo o Nelson, teríamos então que constatar que pelo menos nestas pouquíssimas pessoas não houve nenhuma espécia de obscurecimento dos dogmas católicos. Será? Podemos perguntar: estão elas moralmente de acordo com os ensinamentos dogmáticos da Igreja ou mesmo elas divergem em vários pontos, cada um crendo em algo diferente? Estão elas de acordo no que se refere a obediência devida ao magistério ou já se começam a encontrar desculpas para desobedecer Francisco (na Amoris Laetitia ele não exerceu Magistério, blá, blá, blá, etc). Pelo menos no que se refere ao Vaticano II, é fácil constatar que cada um dos que pensam como o Nelson não se entende em relação aquilo que o Concílio realmente ensinou. São tantas as teses a respeito do ecumenismo, da liberdade religiosa ou mais recentemente a respeito da pena de morte quantas são as cabeças…

    A verdade é que, como falei anteriormente, seja qual for a situação que nós vivemos hoje ela não pode ser uma situação impossível de acontecer. Tanto que aconteceu e a vivemos. Mas, repito, tal situação não afeta em nada as promessas de Cristo a respeito da Igreja Católica. Ainda que nós NÃO SAIBAMOS EXPLICAR EXATAMENTE QUAL É ESTA SITUAÇÃO. Apenas afirmamo: ela não afeta as promessas de Cristo a respeito da Sua Igreja! É, realmente, um mistério! Até mesmo para quem aceita o Vaticano II como o Nelson….pelo menos isso ele deverá nos conceder!

    Concluo com o afirmado recentemente pelo Felipe Coelho, que ao examinar as objeções apontadas pelo mesmo Nelson em outro endereço, assim se expressou:

    “(…) toda e qualquer explicação da situação atual que ignore, ou afete ignorar, o estado violento de ocupação inimiga em que se encontra a Igreja Romana desde a década de 1960 parece-me um exercício um tanto pueril” – Felipe Coelho (02).

    Abraços a todos,

    Sandro Pelegrineti de Pontes

    (01) palavras ditas por Francisco aos 35 segundos do seguinte vídeo:

    (02) Conferir o debate aqui:
    https://aciesordinata.wordpress.com/2016/11/08/luzeiros-da-igreja-em-lingua-portuguesa-xcix/

    Me gusta

    • Juan,

      Dizer que Ottaviani não aceitou as doutrinas do Concílio Vaticano II e que assinou os documentos conciliares com “esperanza de que esos errores fueran corregidos por dicho “papa” en el futuro” é uma afirmação GRATUITA e CONTRÁRIA AOS FATOS.

      Cardeal Ottaviani fez um comentário à Lumen gentium, demonstrando aceitar as suas doutrinas:

      http://www.apologistascatolicos.com.br/index.php/vaticano-ii/eclesiologia/925-comentario-do-cardeal-ottaviani-sobre-de-ecclesia-lumen-gentium

      Ao responder uma pergunta de um jornalista, o Cardeal Ottaviani declarou:

      “Sou um soldado que vigia uma mina de ouro. Você pensa que eu cumpriria minha obrigação discutindo, abandonando meu posto, fazendo-me de cego? Meu filho, 75 anos são 75 anos! Eu os vivi defendendo certos princípios e certas leis. Se você disser a um soldado experiente que as leis vão mudar, é obvio que, como um soldado experiente, ele fará tudo para evitar que elas mudem.

      Mas se, em todo caso, elas mudarem, Deus certamente lhe concederá força para colocar-se na defesa do novo tesouro no qual ele acredita. Uma vez que as novas leis tornam-se o tesouro da Igreja, um enriquecimento da mina de ouro, então apenas um princípio conta: servir a Igreja. E este serviço significa ser fiel às suas leis.”

      (Alfredo Ottaviani, Entrevista para o Corriere della Sera, 28 de Outubro de 1965, apud Henri Fesquet, Le Journal du Concile, Foulcalier: Robert Morel, 1966, p. 1019)

      Também disse sobre o Concílio:

      “Uma vez que o Concílio Vaticano II, recentemente concluído, tem documentos promulgados muito valiosos, tanto nos aspecto doutrinais como nos disciplinares, para promover de maneira mais eficaz a vida da Igreja, o povo de Deus tem a grave obrigação de se esforçar para levar a prática tudo o que, sob a inspiração do Espírito Santo, tem sido solenemente proposto ou decidido naquela amplíssima assembleia de bispos presidida pelo Papa.” (Carta da Congragação da Doutrina da Fé aos Presidentes das Conferências Episcopais, 24 julho de 1966)

      Nesta mesma carta ele condena as falsas interpretações ao Concílio Vaticano II:

      http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_19660724_epistula_sp.html

      Com relação a Fenton, de onde você tirou que ele disse em suas Memórias que o Vaticano II poderia ter erros doutrinais?

      Em seu Diário ele disse:

      “I have just about made up my mind to start a new book. I shall write on the notion of the Church. Nothing like this has appeared since the Council. Within the book I hope to have quite a bit to say about the Council. I must be very careful. If a sincere Catholic writes a book it’s either ignored or brutally attacked. I must make no mistakes. My main thesis will have to be that the Catholic theology on the Church has been improved but in no way changed by the Council. I must start with the basic notion of the Church, which is that of a people ‘transferred’ from the kingdom of darkness into the realm of light. ” (Nov. 23, 1968)

      Entendendo, portanto, que a doutrina do Concílio sobre a Igreja foi melhorada, mas não alterada.

      Me gusta

      • Nelson Sarmento,

        Yo no dije que Ottaviani, Fenton, etc., aceptaron los errores del Vaticano II “con la esperanza de que fueran corregidos”. Yo dije que ésa era la explicación que dio Mons. Lefebvre de ello.

        Lo que dije es que “muy probablemente” (no lo aseguré al 100%), ellos aceptaron el Vaticano II por obediencia a Montini-Paulo VI. Esto es lo que dije:

        “Ottaviani y Fenton no aceptaron los errores del Vaticano II. Ottaviani combatió duramente la herética doctrina de la libertad religiosa, y no dio su aprobación a ese texto. Si después dio el placet al conjunto de todos los textos del Vaticano II, lo hizo muy probablemente por obediencia a quien consideraba entonces verdadero papa (Montini). Ésa es la explicación que dio Mons. Lefebvre, que junto con Castro Mayer y otros, también se opusieron a los errores del Vaticano II. Mons. Lefebvre decía que ellos dieron el placet final, porque tenían la esperanza de que esos errores fueran corregidos por dicho “papa” en el futuro.”

        Reconozco que me equivoqué cuando dije que ellos (Ottaviani y Fenton) no aceptaron el Vaticano II, y que se sometieron a él por “obediencia”. Ése fue el caso de Lefebvre, Castro Mayer y otros. Pero al parecer Ottaviani y Fenton sintieron de manera distinta. Lamento haberme equivocado. Pido disculpas a los lectores por haber afirmado lo contrario.

        En relación con Ottaviani y Fenton, debí decir que ellos finalmente sí aceptaron el Vaticano II, y que lo hicieron porque sabían que un concilio ecuménico presidido por un papa verdadero, es imposible que enseñe el error. Eso es lo que creo que se desprende de las citas que usted pone. Dice Ottaviani:

        “Meu filho, 75 anos são 75 anos! Eu os vivi defendendo certos princípios e certas leis. Se você disser a um soldado experiente que as leis vão mudar, é obvio que, como um soldado experiente, ele fará tudo para evitar que elas mudem.
        Mas se, em todo caso, elas mudarem, Deus certamente lhe concederá força para colocar-se na defesa do novo tesouro no qual ele acredita. Uma vez que as novas leis tornam-se o tesouro da Igreja, um enriquecimento da mina de ouro, então apenas um princípio conta: servir a Igreja. E este serviço significa ser fiel às suas leis.”

        De esta cita, yo entiendo que Ottaviani reconoce que se produjeron innovaciones en el Vaticano II, pero las acepta porque sabe que la Iglesia no puede fallar. Él luchó esforzadamente contra la libertad religiosa, pero una vez que ésta fue aprobada por el hombre a quien él reconocía como verdadero papa, Ottaviani optó por aceptarla.

        Sobre Mons. Fenton y los errores del Vaticano II, la información la obtuve de este enlace:

        http://novusordowatch.org/2014/08/diaries-mgr-joseph-clifford-fenton/

        Esta información la leí hace tiempo, y tuve la impresión de que Fenton rechazaba el Vaticano II. Después de una atenta lectura, reconozco sin embargo que me he equivocado: Fenton rechazó al principio los errores del Vaticano II, pero parece que al concluir éste en 1965, acabó aceptándolos.

        En el enlace de arriba, se aprecia la lucha de Fenton y Ottaviani contra el modernismo en el Vaticano II. Ellos se opusieron inicialmente a los cambios introducidos. Pero parece que al final, al ver que Montini-Paulo VI aprobaba aquellas herejías, ambos prelados optaron por suspender su juicio, y aceptaron las doctrinas erróneas que creían que procedían de la Iglesia.

        Estos eclesiásticos conocían la doctrina católica, y sabían que un verdadero papa no puede errar en estas cuestiones. Creo que, en mi opinión, ellos habían conocido la situación de la Iglesia bajo los reinados de papas verdaderos como Pío XI y Pío XII, y simplemente no podían concebir en aquel entonces la posibilidad de que Montini no fuese verdadero papa (ésta es mi opinión personal).

        Fenton murió en 1969. Quizá si hubiera vivido más tiempo, tal vez habría cambiado de opinión. Esta posibilidad está explicada en el enlace anterior. En aquellos primeros años, fueron pocos los que se dieron cuenta de la gravedad de la situación. Sin embargo, conforme fue transcurriendo el tiempo, la situación de defección de la fe se hizo cada vez más patente.

        En cualquier caso y a pesar de lo que dijeran o no, los días que siguieron al Vaticano II estuvieron lejos de ser fáciles para estos hombres.

        Usted dice que la doctrina católica fue mejorada con el Vaticano II, y que no fue alterada. Permítame decirle que está usted profundamente equivocado. En relación con la libertad religiosa y el ecumenismo, por ejemplo, es notoriamente evidente que estas doctrinas son diametralmente contrarias a lo que siempre enseñó la Iglesia (contradicen casi palabra por palabra las enseñanzas infalibles del Syllabus, Libertas Praestantissimum, Mortalium Animos, etc.). Lo mismo puede decirse de la misa nueva y de otras enseñanzas. Esto lo reconoce Ottaviani en la cita que usted ha puesto, cuando dice que “las leyes mudaron”. La doctrina católica es inmutable, y no puede cambiar contradiciéndose a sí misma.

        Nuestro Señor nos dijo que por los frutos se conoce al árbol. Hace mucho tiempo que los malos frutos del Vaticano II son evidentes.

        Hoy, gracias a Dios, hay en Internet mucha información sobre estas cuestiones, por lo que es posible conocer la verdad si hay voluntad para ello.

        Me gusta

Responder

Introduce tus datos o haz clic en un icono para iniciar sesión:

Logo de WordPress.com

Estás comentando usando tu cuenta de WordPress.com. Cerrar sesión / Cambiar )

Imagen de Twitter

Estás comentando usando tu cuenta de Twitter. Cerrar sesión / Cambiar )

Foto de Facebook

Estás comentando usando tu cuenta de Facebook. Cerrar sesión / Cambiar )

Google+ photo

Estás comentando usando tu cuenta de Google+. Cerrar sesión / Cambiar )

Conectando a %s